Inaugurada a Igreja Assembléia de Deus Canaã em Apodi
Como estava previsto foi inaugurada a A.D.C em Apodi sábado 19 que passou, com muito sucesso, mais de duzentas pessoas compareceram ao local,
Deus esteve presente, vários cantores da terra contribuíram com sucesso,sendo eles: O jovem Gilvanete, cantor, Leia cantora Aldeni e João Fernandes cantores que louvam a Deus com muita alegria.
compareceram de Barauna e Natal,caravanas de irmãos lideradas pelos pastores: De Natal o pastor Erivaldo Silva do Nascimento que preside a ADC em nosso Estado.
De Baraúna pelo pastor José Paulino e da nossa cidade compareceram irmãos de varias Igrejas como também o pastor Ivanildo Paiva de Umarizal que se prepara para vi morar em Apodi e promete nos ajudar tudo isso são bênçôes de Deus.,
A programação da A.D.C. Em Apodi é a seguinte: Domingo culto de louvor e pregação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, segunda culto de oração, Quinta-Feira culto de ensinamento da santa palavra de Deus,
sábado estudo bíblico com a Igreja e aberto para todas as pessoas, isso por enquanto, pois breve estaremos completando os dias vagos com cultos nas casas dos irmãos e amigos, já temos vários convites orem por esse projeto de Deus em vez de criticar.
segunda-feira, 21 de março de 2011
INAUGURADA A ASSEMBLÉIA DE DEUS CANAÃ EM APODI
sábado, 5 de março de 2011
A IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS CANAÃ VAI INAUGURAR SEU PRIMEIRO TEMPLO EM APODI NO PRÓXIMO DIA 19 DO CORRENTE MES DE MAIO DE 2011.
No próximo dia 19 de maio de 2011, a Igreja Assembléia de Deus Canaã
Estará inaugurando a sua primeira casa de oração na cidade de Apodi RN.
O pastor José Jerônimo da Silva e família convida a todos os irmãos e irmãs e amigos e amigas para participarem da festa de inauguração.
Estarão presentes pastores de várias igrejas de Apodi inclusive, o pastor Erisvaldo Silva do Nascimento de Natal, que preside a Canaã no nosso Estado, pedimos as orações dos irmãos para que Deus sempre esteja presente na nossa árdua caminhada.
Confirmaram presenças caravanas das cidades de Baraúnas, Umarizal, Lucrecia e Natal capital do nosso Estado, aguardamos.
Estará inaugurando a sua primeira casa de oração na cidade de Apodi RN.
O pastor José Jerônimo da Silva e família convida a todos os irmãos e irmãs e amigos e amigas para participarem da festa de inauguração.
Estarão presentes pastores de várias igrejas de Apodi inclusive, o pastor Erisvaldo Silva do Nascimento de Natal, que preside a Canaã no nosso Estado, pedimos as orações dos irmãos para que Deus sempre esteja presente na nossa árdua caminhada.
Confirmaram presenças caravanas das cidades de Baraúnas, Umarizal, Lucrecia e Natal capital do nosso Estado, aguardamos.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
ESTUDO SOBRE A QUEDA DAS MURALHAS DE JERICÓ
A QUEDA DAS MURALHAS DE JERICÓ. Texto base: INTRODUÇÃOJericó era uma fortaleza cercada de espessas muralhas de pedra e portas de ferro.
Os portões da cidade de Jericó estavam bem fechados, para não deixar que os israelitas entrassem. Jericó era humanamente impenetrável. Ninguém podia entrar, nem sair da cidade. DESENVOLVIMENTOJosué estava perto da cidade de Jericó. De repente, viu um homem com uma espada na mão parado na sua frente. Josué chegou perto dele e perguntou:
Você é do nosso exército ou é inimigo? “Não sou nem uma coisa nem outra. Estou aqui como comandante do exército de Deus, o Senhor”. Josué ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e o adorou. E disse: Estou aqui meu senhor. O que quer que eu faça? O comandante do exército do Senhor respondeu:“Tire as sandálias dos seus pés, porque a terra que estás a pisando é santa.” E Josué obedeceu. Na vida cristã, o mais importante é conhecer os planos de Deus e experimentar a sua vontade, que é agradável e perfeita.Josué teve uma experiência, um encontro com o Senhor
: “Tire as sandálias dos seus pés, porque a terra que estás a pisando é santa.” Deus fez isso com Moisés (vocês se lembram da sarça ardente?) e agora o faz com Josué. Santificar o lugar do encontro. Isso tem um profundo significado. Porque a sandália era uma proteção contra o calor da areia que poderia queimar a planta do pé, como proteção de pedras cortantes.
Mas diante do Senhor não há necessidade desse tipo de proteção. Tirar as sandálias é abandonar o poder humano, é deixar de lado o orgulho, o raciocínio humano, o entendimento soberbo. Nesse campo santo, a humildade, a dependência e a obediência são as únicas vestimentas aceitáveis.Disse ainda o Senhor Deus a Josué:”Estou entregando em tuas mãos a cidade de Jericó, o seu rei e os seus corajosos soldados.” O Senhor orientou que todos os guerreiros de Israel deveriam rodear a cidade de Jericó uma vez, por seis dias, sem nada dizer.
Á sua frente iriam sete sacerdotes, levando sete buzinas de carneiro, diante da arca. No sétimo dia deveriam rodear a cidade sete vezes e os sacerdotes tocariam a buzina. Ao ouvir o toque das buzinas, todo povo deveria gritar e então os muros ruiriam.
Vejamos alguns pontos:1- A ARCA - O povo precisava ter a arca indo à frente. Nós sabemos que a arca representava a presença de Deus e sua aliança com Israel. Se queremos vencer as barreiras, precisamos ter compromisso com Deus e uma comunhão real com ele. 2- RODEAR A CIDADE - O povo precisava andar em volta da muralha. Aqui está a questão da obediência e da ação. Se você está consciente de que Deus lhe deu uma ordem, obedeça. Esta é a sua parte.
Se você não sabe o que fazer diante do problema, ore, consulte a Bíblia, consulte o ministério e parta para a ação. Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14.6). Logo, precisamos andar. A salvação é dinâmica. 3 – TEMPO - Israel deveria andar em torno de Jericó durante 7 dias. Aqui está o teste da perseverança e da paciência. Você deve obedecer hoje e continuar obedecendo amanhã, mesmo que os obstáculos pareçam mais firmes do que antes.
Você deve ser mais firme do que a muralha. Sua fé deve ser mais resistente. Depois de rodear a cidade no primeiro dia, não houve nenhum resultado. Talvez tenha sido difícil para alguns israelitas levantarem de suas camas no segundo e no terceiro dia e nos dias seguintes, sabendo que nada aconteceu na véspera. Você já experimentou esse desânimo?
Não se deixe vencer por ele. Continue obedecendo ao Senhor.Josué ordenou que o povo executasse fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia deram sete voltas. Durante a sétima volta ao som das trombetas, todo o povo levantou um grande clamor. Pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram e o povo pôde conquistar a cidade.Os homens que tinham servido de espiões foram à casa de Raabe e retiraram de lá ela e sua família
(Raabe nos fala da igreja gentílica, ela queria a benção, estava na revelação, entendeu a Obra e foi salva pelo fio de escarlate - sangue de Jesus), porém a cidade e tudo que nela havia queimaram no fogo, guardando somente a prata, o ouro, os vasos de metal e de ferro para o tesouro da casa do Senhor.
Assim era o Senhor com Josué, e corria sua fama por toda a terra.CONCLUSÃONo sétimo dia, a muralha caiu. Não podemos fazer uma regra para Deus e dizer que ele sempre vai agir depois de 7 dias ou depois de 7 orações, Ele pode agir no primeiro dia, ou no sétimo, ou no vigésimo primeiro, como aconteceu com Daniel, ou em outro dia qualquer.
Por que sabemos que Deus tem um tempo certo para tudo, apesar de que, em alguns casos, nós é que retardamos as bênçãos devido à nossa incredulidade, passividade e desobediência. Josué creu na promessa de que o Senhor derrubaria as muralhas de Jericó.
Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. (Hebreus 11:1) Mas a fé cristã não é cega ela está firmada nas promessas de Deus. Quando o Senhor prometeu a Josué que a muralha de Jericó viria abaixo e que o povo de Israel subiria nela, nada mais faria Josué desistir de conquistar a cidade, pois ele sabia que Deus estava à frente e lhes concederia vitória.
O mesmo Deus que operou na vida de Moisés e de Josué continua a operar em nossas vidas. Na vida de um povo que clama pelo seu nome e que ora com fé. Nós clamamos no deserto por este Deus e vivemos continuamente com um grito em nossos lábios: Maranata! É o clamor de uma igreja fiel, que anseia a volta do Salvador, que virá nas nuvens para buscá-la. Ó vem Senhor Jesus.
Os portões da cidade de Jericó estavam bem fechados, para não deixar que os israelitas entrassem. Jericó era humanamente impenetrável. Ninguém podia entrar, nem sair da cidade. DESENVOLVIMENTOJosué estava perto da cidade de Jericó. De repente, viu um homem com uma espada na mão parado na sua frente. Josué chegou perto dele e perguntou:
Você é do nosso exército ou é inimigo? “Não sou nem uma coisa nem outra. Estou aqui como comandante do exército de Deus, o Senhor”. Josué ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e o adorou. E disse: Estou aqui meu senhor. O que quer que eu faça? O comandante do exército do Senhor respondeu:“Tire as sandálias dos seus pés, porque a terra que estás a pisando é santa.” E Josué obedeceu. Na vida cristã, o mais importante é conhecer os planos de Deus e experimentar a sua vontade, que é agradável e perfeita.Josué teve uma experiência, um encontro com o Senhor
: “Tire as sandálias dos seus pés, porque a terra que estás a pisando é santa.” Deus fez isso com Moisés (vocês se lembram da sarça ardente?) e agora o faz com Josué. Santificar o lugar do encontro. Isso tem um profundo significado. Porque a sandália era uma proteção contra o calor da areia que poderia queimar a planta do pé, como proteção de pedras cortantes.
Mas diante do Senhor não há necessidade desse tipo de proteção. Tirar as sandálias é abandonar o poder humano, é deixar de lado o orgulho, o raciocínio humano, o entendimento soberbo. Nesse campo santo, a humildade, a dependência e a obediência são as únicas vestimentas aceitáveis.Disse ainda o Senhor Deus a Josué:”Estou entregando em tuas mãos a cidade de Jericó, o seu rei e os seus corajosos soldados.” O Senhor orientou que todos os guerreiros de Israel deveriam rodear a cidade de Jericó uma vez, por seis dias, sem nada dizer.
Á sua frente iriam sete sacerdotes, levando sete buzinas de carneiro, diante da arca. No sétimo dia deveriam rodear a cidade sete vezes e os sacerdotes tocariam a buzina. Ao ouvir o toque das buzinas, todo povo deveria gritar e então os muros ruiriam.
Vejamos alguns pontos:1- A ARCA - O povo precisava ter a arca indo à frente. Nós sabemos que a arca representava a presença de Deus e sua aliança com Israel. Se queremos vencer as barreiras, precisamos ter compromisso com Deus e uma comunhão real com ele. 2- RODEAR A CIDADE - O povo precisava andar em volta da muralha. Aqui está a questão da obediência e da ação. Se você está consciente de que Deus lhe deu uma ordem, obedeça. Esta é a sua parte.
Se você não sabe o que fazer diante do problema, ore, consulte a Bíblia, consulte o ministério e parta para a ação. Jesus disse: "Eu sou o caminho" (João 14.6). Logo, precisamos andar. A salvação é dinâmica. 3 – TEMPO - Israel deveria andar em torno de Jericó durante 7 dias. Aqui está o teste da perseverança e da paciência. Você deve obedecer hoje e continuar obedecendo amanhã, mesmo que os obstáculos pareçam mais firmes do que antes.
Você deve ser mais firme do que a muralha. Sua fé deve ser mais resistente. Depois de rodear a cidade no primeiro dia, não houve nenhum resultado. Talvez tenha sido difícil para alguns israelitas levantarem de suas camas no segundo e no terceiro dia e nos dias seguintes, sabendo que nada aconteceu na véspera. Você já experimentou esse desânimo?
Não se deixe vencer por ele. Continue obedecendo ao Senhor.Josué ordenou que o povo executasse fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia deram sete voltas. Durante a sétima volta ao som das trombetas, todo o povo levantou um grande clamor. Pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram e o povo pôde conquistar a cidade.Os homens que tinham servido de espiões foram à casa de Raabe e retiraram de lá ela e sua família
(Raabe nos fala da igreja gentílica, ela queria a benção, estava na revelação, entendeu a Obra e foi salva pelo fio de escarlate - sangue de Jesus), porém a cidade e tudo que nela havia queimaram no fogo, guardando somente a prata, o ouro, os vasos de metal e de ferro para o tesouro da casa do Senhor.
Assim era o Senhor com Josué, e corria sua fama por toda a terra.CONCLUSÃONo sétimo dia, a muralha caiu. Não podemos fazer uma regra para Deus e dizer que ele sempre vai agir depois de 7 dias ou depois de 7 orações, Ele pode agir no primeiro dia, ou no sétimo, ou no vigésimo primeiro, como aconteceu com Daniel, ou em outro dia qualquer.
Por que sabemos que Deus tem um tempo certo para tudo, apesar de que, em alguns casos, nós é que retardamos as bênçãos devido à nossa incredulidade, passividade e desobediência. Josué creu na promessa de que o Senhor derrubaria as muralhas de Jericó.
Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. (Hebreus 11:1) Mas a fé cristã não é cega ela está firmada nas promessas de Deus. Quando o Senhor prometeu a Josué que a muralha de Jericó viria abaixo e que o povo de Israel subiria nela, nada mais faria Josué desistir de conquistar a cidade, pois ele sabia que Deus estava à frente e lhes concederia vitória.
O mesmo Deus que operou na vida de Moisés e de Josué continua a operar em nossas vidas. Na vida de um povo que clama pelo seu nome e que ora com fé. Nós clamamos no deserto por este Deus e vivemos continuamente com um grito em nossos lábios: Maranata! É o clamor de uma igreja fiel, que anseia a volta do Salvador, que virá nas nuvens para buscá-la. Ó vem Senhor Jesus.
MALAQUIAS CLAMA POR SINCERIDADE E HONESTIDADE
QUERO AGRADECER A TODOS OS MEUS LEITORES POR PRESTIGIAREM AS MINHAS MODESTAS MENSAGENS POSTADAS NESTE BLOG. QUERO DESTACAR NO MOMENTO O MEU LEITOR ADERLLAN QUE PARTICIPOU COM O ESTUDO SOBRE O PROFETA EZEQUIEL EU GOSTARIA DE CONHECÊLO, POIS ESTOU CURIOSO PARA LHE CONHECER, POIS ESTOU PRECISANDO DE UM PREGADOR DO EVANGELHO PARA VIR PREGAR EM UM EVENTO IMPORTANTE QUE VAI ACONTECER BREVE NA IGREJA A QUAL PERTENSO. MEU email é -
pr.j.j.silva@hotmail.com- o pastor José Jeronimo da Silva agradece.
Malaquias 2: 1-9
A tarefa dos pregadores não é outra senãoa de transmitir a justa vontade de Deus aos homens. Através de Malaquias, Deus estava exigindo de Israel sinceridade e santidade, por ser a nação que Ele separou entre todas para que as bênçãos prometidas fossem derramadas sobre o seu povo.
Desta forma, tanto as colheitas como o bem-estar econômico da nação haveriam de ser prósperos. Neste estudo, abordaremos algumas das atualíssimas mensagens desse profeta.
I - O PROBLEMA DA INGRATIDÃO, 1: 1-5
O amor de Deus por Israel é o ponto de partida da mensagem profética de Malaquias. Deus deu muitas e infalíveis provas de seu amor por Israel. Todo o A.T. é prova disso, mas o povo parecia não perceber e questionava: “Em que nos amaste? 1: 2.
a) A ingratidão e a insensibilidade reinantes em Israel eram causadas pela falta de consciência da grande distância que estavam da vontade e do caminho do Senhor. Faltava também reverência. Sentiam-se povo do Senhor, mas o desprezavam. Estavam tão cegos que, quando seus horrores eram desmascarados, não viam neles mal algum, e ainda questionavam quando acusados de pecado:
“Em quê?", 1: 6, 7. Ingratidão ou inconsciência, esse era o seu pecado! Infelizmente, é ainda o que ocorre hoje. Esquecemos facilmente os livramentos, as bênçãos e o cuidado diário. Muitos são tão incrédulos que nem percebem o grande milagre que é a salvação, a transformação de vidas, que está acontecendo a todo momento.
b) O período pós-exílico - Os dias de Malaquias não eram fáceis.
O povo sofria aflições. Mas seria isso motivo para duvidar do amor divino? Ou, como fizeram, chegar ao ponto de acusar Deus de ser infiel às promessas da Aliança? Então, através do profeta, Deus vai dialogando com seu povo, mostrando um contraste que eles bem conheciam: o que havia acontecido com seu vizinho Edom que eram descendentes de Esaú, v. 3.
O fato de Israel ter sido resgatado do exílio, embora não merecesse, mostra a graça, a bondade de Deus em seu favor, o que não acontecera com Esaú, que fora destruído, 1: 3. Mas, Malaquias diz que Israel não compreendia isso.
II - PECADOS DENUNCIADOS, 1: 6-3: 15
Não foi nada fácil para o profeta Malaquias entregar a mensagem de Deus, começando por aqueles que eram responsáveis pelo altar, indo até ao povo, apontando severamente toda ordem de pecados que estavam corrompendo o povo que fora vocacionado para ser uma nação separada.
a) Negligência na vida espiritual, 1: 6-14 - “Ofereceis sobre meu altar pão imundo”; e, pior que isso, nem percebendo que estavam falhando, indagam: “Em que desprezamos nós o teu nome? 1: 6; Em que te havemos profanados? 1: 7. Será que nós não temos sido igualmente negligentes com o culto, a EBD e a obra missionária?
b) Ensino corrupto, 2: 1-9 - O verdadeiro dever dos sacerdotes era ensinar a Lei de Deus ao povo, 2: 5-7. Mas eles haviam corrompido o ministério. Esse perigo existe sempre que a Bíblia é deixada de lado em nossa vida.
c) Jugo desigual, 2: 10-12 - Israel havia profanado a santidade do Senhor e o pacto que Ele fizera com os seus pais, 2: 10. Não se pode fazer acordo com o mundo, Rm 12: 2.
d) Divórcio, 2: 13, 16 - O divórcio aborrece o Senhor. Muitos eram infiéis com a esposa (“com a qual foste desleal”, 14) e divorciavam por motivos egoístas, 2: 14. Para o estudo do divórcio hoje veja o que Jesus esclareceu em Mt 5: 32; 19: 9 e ainda Rm 7: 2-3.
e) Roubo - 3: 7-12 - A situação espiritual era tão ruim que tentavam enganar a Deus até nos dízimos. As condenação é dura e na mesma linha das demais. Ela mostra como Deus classifica os infiéis no dízimo: desviados. O verso 7 diz: “vos desviastes”, e chama-os a voltar, porém o povo faz de conta que não sabia de nada e pergunta: “Em que havemos de tornar? Então, no v. 8, Deus diz que o povo estava roubando-o nos dízimos e nas ofertas. Veja Dt 14: 22-29 e 26: 12-15.
f) A incredulidade, 3: 13-15, dos sacerdotes era tal, 2: 17, que suas palavras se tornaram insuportáveis a Deus. Chegaram ao ponto de dizer ser “inútil servir a Deus”, 3: 14. Pessoas agem assim quando pensam que são mais que Deus. O nome certo para esse pecado é presunção, insolência. Um coração assim precisa de arrependimento.
III - UM REMANESCENTE FIEL, 3: 16-18
Sempre, em todo tempo, em todo lugar, Deus pôde contar com um povo que louva seu nome e glorifica seus atos poderosos, permanecendo fiel aos princípios da Palavra, vivenciando seus ensinamentos.
a) Sinceridade no temor a Deus - O profeta deixa claro que há um memorial escrito diante de Deus, Ml 3: 16, onde estão registrados palavras e atos daqueles que são tementes e se lembram do nome do Senhor.
b) Sinceridade na submissão - A falência espiritual de alguns é contrabalançada pela dedicação piedosa dos que se aproximam mais e mais dele. “Serão meus, diz o Senhor dos Exércitos”, 3: 17.
c) A sinceridade na fé - A diferença entre o “justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve”, 3: 18, será verificada naquele dia. Ninguém se iluda porque haverá um julgamento para todos. Nele os justos serão poupados, como um filho é poupado por seu pai amoroso, pois age seu “particular tesouro”, 3: 17. Há um abismo estabelecido entre os que pertencem a Deus e os que não são dEle, Lc 16: 26. Vale a pena ser fiel.
pr.j.j.silva@hotmail.com- o pastor José Jeronimo da Silva agradece.
Malaquias 2: 1-9
A tarefa dos pregadores não é outra senãoa de transmitir a justa vontade de Deus aos homens. Através de Malaquias, Deus estava exigindo de Israel sinceridade e santidade, por ser a nação que Ele separou entre todas para que as bênçãos prometidas fossem derramadas sobre o seu povo.
Desta forma, tanto as colheitas como o bem-estar econômico da nação haveriam de ser prósperos. Neste estudo, abordaremos algumas das atualíssimas mensagens desse profeta.
I - O PROBLEMA DA INGRATIDÃO, 1: 1-5
O amor de Deus por Israel é o ponto de partida da mensagem profética de Malaquias. Deus deu muitas e infalíveis provas de seu amor por Israel. Todo o A.T. é prova disso, mas o povo parecia não perceber e questionava: “Em que nos amaste? 1: 2.
a) A ingratidão e a insensibilidade reinantes em Israel eram causadas pela falta de consciência da grande distância que estavam da vontade e do caminho do Senhor. Faltava também reverência. Sentiam-se povo do Senhor, mas o desprezavam. Estavam tão cegos que, quando seus horrores eram desmascarados, não viam neles mal algum, e ainda questionavam quando acusados de pecado:
“Em quê?", 1: 6, 7. Ingratidão ou inconsciência, esse era o seu pecado! Infelizmente, é ainda o que ocorre hoje. Esquecemos facilmente os livramentos, as bênçãos e o cuidado diário. Muitos são tão incrédulos que nem percebem o grande milagre que é a salvação, a transformação de vidas, que está acontecendo a todo momento.
b) O período pós-exílico - Os dias de Malaquias não eram fáceis.
O povo sofria aflições. Mas seria isso motivo para duvidar do amor divino? Ou, como fizeram, chegar ao ponto de acusar Deus de ser infiel às promessas da Aliança? Então, através do profeta, Deus vai dialogando com seu povo, mostrando um contraste que eles bem conheciam: o que havia acontecido com seu vizinho Edom que eram descendentes de Esaú, v. 3.
O fato de Israel ter sido resgatado do exílio, embora não merecesse, mostra a graça, a bondade de Deus em seu favor, o que não acontecera com Esaú, que fora destruído, 1: 3. Mas, Malaquias diz que Israel não compreendia isso.
II - PECADOS DENUNCIADOS, 1: 6-3: 15
Não foi nada fácil para o profeta Malaquias entregar a mensagem de Deus, começando por aqueles que eram responsáveis pelo altar, indo até ao povo, apontando severamente toda ordem de pecados que estavam corrompendo o povo que fora vocacionado para ser uma nação separada.
a) Negligência na vida espiritual, 1: 6-14 - “Ofereceis sobre meu altar pão imundo”; e, pior que isso, nem percebendo que estavam falhando, indagam: “Em que desprezamos nós o teu nome? 1: 6; Em que te havemos profanados? 1: 7. Será que nós não temos sido igualmente negligentes com o culto, a EBD e a obra missionária?
b) Ensino corrupto, 2: 1-9 - O verdadeiro dever dos sacerdotes era ensinar a Lei de Deus ao povo, 2: 5-7. Mas eles haviam corrompido o ministério. Esse perigo existe sempre que a Bíblia é deixada de lado em nossa vida.
c) Jugo desigual, 2: 10-12 - Israel havia profanado a santidade do Senhor e o pacto que Ele fizera com os seus pais, 2: 10. Não se pode fazer acordo com o mundo, Rm 12: 2.
d) Divórcio, 2: 13, 16 - O divórcio aborrece o Senhor. Muitos eram infiéis com a esposa (“com a qual foste desleal”, 14) e divorciavam por motivos egoístas, 2: 14. Para o estudo do divórcio hoje veja o que Jesus esclareceu em Mt 5: 32; 19: 9 e ainda Rm 7: 2-3.
e) Roubo - 3: 7-12 - A situação espiritual era tão ruim que tentavam enganar a Deus até nos dízimos. As condenação é dura e na mesma linha das demais. Ela mostra como Deus classifica os infiéis no dízimo: desviados. O verso 7 diz: “vos desviastes”, e chama-os a voltar, porém o povo faz de conta que não sabia de nada e pergunta: “Em que havemos de tornar? Então, no v. 8, Deus diz que o povo estava roubando-o nos dízimos e nas ofertas. Veja Dt 14: 22-29 e 26: 12-15.
f) A incredulidade, 3: 13-15, dos sacerdotes era tal, 2: 17, que suas palavras se tornaram insuportáveis a Deus. Chegaram ao ponto de dizer ser “inútil servir a Deus”, 3: 14. Pessoas agem assim quando pensam que são mais que Deus. O nome certo para esse pecado é presunção, insolência. Um coração assim precisa de arrependimento.
III - UM REMANESCENTE FIEL, 3: 16-18
Sempre, em todo tempo, em todo lugar, Deus pôde contar com um povo que louva seu nome e glorifica seus atos poderosos, permanecendo fiel aos princípios da Palavra, vivenciando seus ensinamentos.
a) Sinceridade no temor a Deus - O profeta deixa claro que há um memorial escrito diante de Deus, Ml 3: 16, onde estão registrados palavras e atos daqueles que são tementes e se lembram do nome do Senhor.
b) Sinceridade na submissão - A falência espiritual de alguns é contrabalançada pela dedicação piedosa dos que se aproximam mais e mais dele. “Serão meus, diz o Senhor dos Exércitos”, 3: 17.
c) A sinceridade na fé - A diferença entre o “justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve”, 3: 18, será verificada naquele dia. Ninguém se iluda porque haverá um julgamento para todos. Nele os justos serão poupados, como um filho é poupado por seu pai amoroso, pois age seu “particular tesouro”, 3: 17. Há um abismo estabelecido entre os que pertencem a Deus e os que não são dEle, Lc 16: 26. Vale a pena ser fiel.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
QUAL É A VERDADEIRA IGREJA?
Muitos ousam dizer que sua igreja é a verdadeira mas quem salva é Cristo e não religião.A igreja Verdadeira é aquela que custou o precioso sangue de Jesus. E Jesus não morreu por uma organização, morreu por pessoas que o aceitem como Único e Suficiente Salvador.
A nossa união em uma organização é necessária para aprendizado e fortalecimento do corpo de Cristo, que somos nós cristãos. Quem compartilha do mesmo Salvador deve também partilhar juntamente com pessoas que tem a mesma fé.
É assim que se forma a Igreja composta de pessoas que seguem a Deus em sinceridade de coração. Que não são perfeitos, mas, tem um coração que está sempre pronto a ser moldado por Deus.No céu não há lugar para Placa de Igreja. Há lugar para os santos, os que aqui na terra foram Templo do Espírito Santo, não importando a que organização religiosa faziam parte.
Todos os que seguem os padrões bíblicos fazem parte da Grande e Verdadeira Igreja. Esta união doutrinária forma a Igreja Invisível, que no céu será visível a todos que perseverarem até o fim.Não fique preocupado em saber se a Igreja que você faz parte é a Igreja Verdadeira, fique preocupado em saber se você é Igreja Verdadeira. Procure sentir se você é morada do Espírito Santo.
Se você é, então você é Igreja Verdadeira. Lembre sempre, a salvação é individual.
A nossa união em uma organização é necessária para aprendizado e fortalecimento do corpo de Cristo, que somos nós cristãos. Quem compartilha do mesmo Salvador deve também partilhar juntamente com pessoas que tem a mesma fé.
É assim que se forma a Igreja composta de pessoas que seguem a Deus em sinceridade de coração. Que não são perfeitos, mas, tem um coração que está sempre pronto a ser moldado por Deus.No céu não há lugar para Placa de Igreja. Há lugar para os santos, os que aqui na terra foram Templo do Espírito Santo, não importando a que organização religiosa faziam parte.
Todos os que seguem os padrões bíblicos fazem parte da Grande e Verdadeira Igreja. Esta união doutrinária forma a Igreja Invisível, que no céu será visível a todos que perseverarem até o fim.Não fique preocupado em saber se a Igreja que você faz parte é a Igreja Verdadeira, fique preocupado em saber se você é Igreja Verdadeira. Procure sentir se você é morada do Espírito Santo.
Se você é, então você é Igreja Verdadeira. Lembre sempre, a salvação é individual.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
QUEM É O ANTICRISTO?
Um leitor me fez uma pergunta: Quem é o anticristo?Há muita especulação sobre o anticristo cada dia aparece alguém com novos anticristos.
Alguns dos alvos mais populares são Vladimir Putin, Hugo Chavez, Mahmoud Ahmadinejad e o Papa Bento XVI. Nos Estados Unidos, os antigos presidentes Bill Clinton e George Bush e o presidente atual Barack Obama são os candidatos mais frequentes. Então, quem é o anticristo e como iremos reconhecê-lo?
A Bíblia não diz nada específico sobre de onde o anticristo vai surgir. Muitos estudiosos bíblicos especulam que ele virá de uma confederação de dez nações e/ou de um império Romano renascido (Daniel 7:24-25; Apocalipse 17:7). Outros o vêem como um judeu, já que ele teria que ser um para poder clamar ser o Messias. Tudo é apenas especulação já que a Bíblia não diz especificamente de onde o anticristo vai surgir e qual a sua raça será. Um dia o anticristo será revelado. 2 Tessalonicenses 2:3-4 nos diz como iremos reconhecer o anticristo:
"Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus".É provável que a maioria das pessoas que estão vivas quando o anticristo for revelado vai estar muito surpresa com a sua identidade.
O anticristo pode já estar vivo hoje ou não. Martinho Lutero estava certo de que o Papa de sua época era o anticristo. Outros que viveram nas últimas centenas de anos têm estado certos quanto à identidade do anticristo. Até agora, todos estavam incorretos. Devemos deixar para trás todas as especulações e focalizar no que a Bíblia realmente diz sobre o anticristo. Apocalipse 13:5-8 declara:
"E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo."
Alguns dos alvos mais populares são Vladimir Putin, Hugo Chavez, Mahmoud Ahmadinejad e o Papa Bento XVI. Nos Estados Unidos, os antigos presidentes Bill Clinton e George Bush e o presidente atual Barack Obama são os candidatos mais frequentes. Então, quem é o anticristo e como iremos reconhecê-lo?
A Bíblia não diz nada específico sobre de onde o anticristo vai surgir. Muitos estudiosos bíblicos especulam que ele virá de uma confederação de dez nações e/ou de um império Romano renascido (Daniel 7:24-25; Apocalipse 17:7). Outros o vêem como um judeu, já que ele teria que ser um para poder clamar ser o Messias. Tudo é apenas especulação já que a Bíblia não diz especificamente de onde o anticristo vai surgir e qual a sua raça será. Um dia o anticristo será revelado. 2 Tessalonicenses 2:3-4 nos diz como iremos reconhecer o anticristo:
"Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus".É provável que a maioria das pessoas que estão vivas quando o anticristo for revelado vai estar muito surpresa com a sua identidade.
O anticristo pode já estar vivo hoje ou não. Martinho Lutero estava certo de que o Papa de sua época era o anticristo. Outros que viveram nas últimas centenas de anos têm estado certos quanto à identidade do anticristo. Até agora, todos estavam incorretos. Devemos deixar para trás todas as especulações e focalizar no que a Bíblia realmente diz sobre o anticristo. Apocalipse 13:5-8 declara:
"E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo."
OS PASTORES E SEUS DEVERES
Os pastores e seus deveres
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Atos 20.28
Nenhuma igreja poderá funcionar sem dirigentes para dela cuidar. Logo, conforme Atos 14.23, congregação local, cheia do Espírito, buscando a direção de Deus em oração e jejum, elegiam certos irmãos para o cargo de presbítero ou bispo de acordo com as qualificações espirituais estabelecidas pelo Espírito Santo em 1 Tm 3.1-7. Na realidade é o Espírito que constitui o dirigente da igreja.
O discurso de Paulo diante dos presbíteros de Éfeso (20.17-35) é um trecho básico quanto a princípios bíblicos sobre o exercício do ministério de pastor de uma igreja local.
Propagando a fé
Um dos deveres principais do dirigente é alimentar as ovelhas mediante o ensino da Palavra de Deus. Ele deve ter sempre em mente que o rebanho que lhe foi entregue é a congregação de Deus, que ele comprou para si com o sangue precioso do seu Filho amado (cf. 20.26; 1 Co 6.20; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9).
Em 20.19-27, Paulo descreve de que maneira serviu como pastor da igreja em Éfeso; tornou patente toda a vontade de Deus, advertindo e ensinando fielmente os cristãos efésios (20.27). Daí, ele poder exclamar: estou limpo do sangue de todos (20.26). Os pastores de nossos dias também devem instruir suas igrejas em todo o desígnio de Deus. Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2) e nunca ministrar para agradar os ouvintes, dizendo apenas aquilo que estes desejam ouvir (2 Tm 4.3).
Guardando a fé
Além de alimentar o rebanho de Deus, o verdadeiro pastor deve diligentemente resguardá-lo de seus inimigos. Paulo sabe que no futuro Satanás levantará falsos mestres dentro da própria igreja, e, também, falsários vindos de fora, infiltrar-se-ão e atingirão o rebanho com doutrinas antibíblicas, conceitos mundanos e idéias pagãs e humanistas. Os ensinos e a influência destes dois tipos de elementos arruinarão a fé bíblica do povo e Deus. Paulo os chama de lobos cruéis, indicando que são fortes, difíceis de subjugar, insaciáveis e perigosos.
Tais indivíduos desviarão as pessoas dos ensinos de Cristo e as atrairão a si mesmos e ao seu evangelho distorcido. O apelo veemente de Paulo (20.28-31) impõe uma solene obrigação sobre todos os obreiros da igreja, no sentido de defendê-la e opor-se aos que distorcem a revelação original e fundamental da fé, segundo o NT.
A igreja verdadeira consiste somente daqueles que, pela graça de Deus e pela comunhão do Espírito Santo, são fiéis ao Senhor Jesus Cristo e à Palavra de Deus. Por isso, é de grande importância na preservação da pureza da igreja de Deus que os seus pastores mantenham a disciplina corretiva com amor (Ef 4.15), e reprovem com firmeza (2 Tm 4.1-4; Tt 1.9-11) quem na igreja fale coisas perversas contrárias à Palavra de Deus e ao testemunho apostólico (20.30).
Líderes eclesiásticos, pastores de igrejas locais e dirigentes administrativos da obra devem lembrar-se de que o Senhor Jesus os têm como responsáveis pelo sangue de todos os que estão sob seus cuidados (20.26-17, cf. Ez 3.20,21). Se o dirigente deixar de ensinar e pôr em prática todo o conselho de Deus para a igreja (20.27), principalmente quanto à vigilância sobre o rebanho (20.28), não estará “limpo do sangue de todos”. Deus o terá por culpado do sangue dos que se perderem, por ter ele deixado de proteger o rebanho contra os falsificadores da Palavra.
É altamente importante que os responsáveis pela direção da igreja mantenham a ordem quanto a assuntos teológicos doutrinários e morais na mesma. A pureza da doutrina bíblica e de vida cristã deve ser zelosamente mantida nas faculdades evangélicas, institutos bíblicos, seminários, editoras e demais segmentos administrativos da igreja (2 Tm 1.13,14).
A questão principal aqui é nossa atitude para com as Escrituras divinamente inspiradas, que Paulo chama a “palavra da sua graça” (20.32). Falsos mestres, pastores e líderes tentarão enfraquecer a autoridade da Bíblia através de seus ensinos corrompidos e princípios antibíblicos.
Ao rejeitarem a autoridade absoluta da Palavra de Deus, negam que a Bíblia é verdadeira e fidedigna em tudo que ela ensina (20.28-31) (ver 1 Tm 4.1; 2 Tm 3.8). A bem da igreja de Deus, tais pessoas devem ser excluídas da comunhão (2 Jo 9-11).
A igreja que perde o zelo ardente do Espírito Santo pela sua pureza (20.18-35), que se recusa a formar posição firme em prol da verdade e que se omite em disciplinar os que minam a autoridade da Palavra de Deus, logo deixará de existir como igreja neotestamentária”.
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Atos 20.28
Nenhuma igreja poderá funcionar sem dirigentes para dela cuidar. Logo, conforme Atos 14.23, congregação local, cheia do Espírito, buscando a direção de Deus em oração e jejum, elegiam certos irmãos para o cargo de presbítero ou bispo de acordo com as qualificações espirituais estabelecidas pelo Espírito Santo em 1 Tm 3.1-7. Na realidade é o Espírito que constitui o dirigente da igreja.
O discurso de Paulo diante dos presbíteros de Éfeso (20.17-35) é um trecho básico quanto a princípios bíblicos sobre o exercício do ministério de pastor de uma igreja local.
Propagando a fé
Um dos deveres principais do dirigente é alimentar as ovelhas mediante o ensino da Palavra de Deus. Ele deve ter sempre em mente que o rebanho que lhe foi entregue é a congregação de Deus, que ele comprou para si com o sangue precioso do seu Filho amado (cf. 20.26; 1 Co 6.20; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9).
Em 20.19-27, Paulo descreve de que maneira serviu como pastor da igreja em Éfeso; tornou patente toda a vontade de Deus, advertindo e ensinando fielmente os cristãos efésios (20.27). Daí, ele poder exclamar: estou limpo do sangue de todos (20.26). Os pastores de nossos dias também devem instruir suas igrejas em todo o desígnio de Deus. Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2) e nunca ministrar para agradar os ouvintes, dizendo apenas aquilo que estes desejam ouvir (2 Tm 4.3).
Guardando a fé
Além de alimentar o rebanho de Deus, o verdadeiro pastor deve diligentemente resguardá-lo de seus inimigos. Paulo sabe que no futuro Satanás levantará falsos mestres dentro da própria igreja, e, também, falsários vindos de fora, infiltrar-se-ão e atingirão o rebanho com doutrinas antibíblicas, conceitos mundanos e idéias pagãs e humanistas. Os ensinos e a influência destes dois tipos de elementos arruinarão a fé bíblica do povo e Deus. Paulo os chama de lobos cruéis, indicando que são fortes, difíceis de subjugar, insaciáveis e perigosos.
Tais indivíduos desviarão as pessoas dos ensinos de Cristo e as atrairão a si mesmos e ao seu evangelho distorcido. O apelo veemente de Paulo (20.28-31) impõe uma solene obrigação sobre todos os obreiros da igreja, no sentido de defendê-la e opor-se aos que distorcem a revelação original e fundamental da fé, segundo o NT.
A igreja verdadeira consiste somente daqueles que, pela graça de Deus e pela comunhão do Espírito Santo, são fiéis ao Senhor Jesus Cristo e à Palavra de Deus. Por isso, é de grande importância na preservação da pureza da igreja de Deus que os seus pastores mantenham a disciplina corretiva com amor (Ef 4.15), e reprovem com firmeza (2 Tm 4.1-4; Tt 1.9-11) quem na igreja fale coisas perversas contrárias à Palavra de Deus e ao testemunho apostólico (20.30).
Líderes eclesiásticos, pastores de igrejas locais e dirigentes administrativos da obra devem lembrar-se de que o Senhor Jesus os têm como responsáveis pelo sangue de todos os que estão sob seus cuidados (20.26-17, cf. Ez 3.20,21). Se o dirigente deixar de ensinar e pôr em prática todo o conselho de Deus para a igreja (20.27), principalmente quanto à vigilância sobre o rebanho (20.28), não estará “limpo do sangue de todos”. Deus o terá por culpado do sangue dos que se perderem, por ter ele deixado de proteger o rebanho contra os falsificadores da Palavra.
É altamente importante que os responsáveis pela direção da igreja mantenham a ordem quanto a assuntos teológicos doutrinários e morais na mesma. A pureza da doutrina bíblica e de vida cristã deve ser zelosamente mantida nas faculdades evangélicas, institutos bíblicos, seminários, editoras e demais segmentos administrativos da igreja (2 Tm 1.13,14).
A questão principal aqui é nossa atitude para com as Escrituras divinamente inspiradas, que Paulo chama a “palavra da sua graça” (20.32). Falsos mestres, pastores e líderes tentarão enfraquecer a autoridade da Bíblia através de seus ensinos corrompidos e princípios antibíblicos.
Ao rejeitarem a autoridade absoluta da Palavra de Deus, negam que a Bíblia é verdadeira e fidedigna em tudo que ela ensina (20.28-31) (ver 1 Tm 4.1; 2 Tm 3.8). A bem da igreja de Deus, tais pessoas devem ser excluídas da comunhão (2 Jo 9-11).
A igreja que perde o zelo ardente do Espírito Santo pela sua pureza (20.18-35), que se recusa a formar posição firme em prol da verdade e que se omite em disciplinar os que minam a autoridade da Palavra de Deus, logo deixará de existir como igreja neotestamentária”.
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